Hipertensão 
Pessoas com hipertensão arterial têm chances de quatro a seis vezes maiores do que não hipertensas de terem um AVC. Ao longo do tempo, a hipertensão leva à aterosclerose e ao enrijecimento das artérias. Isso, por sua vez, pode levar a bloqueios ou obstruções de vasos sanguíneos e também ao enfraquecimento das paredes das artérias, o que pode resultar em ruptura. O risco de AVC é diretamente proporcional aos níveis de pressão arterial.

Doenças cardíacas
Portadores de doença coronariana (pacientes que já tiveram um infarto do miocárdio ou têm angina) apresentam um risco maior de terem um AVC do que pacientes sem doença coronariana. Existe um tipo de arritmia cardíaca chamada fibrilação atrial que também aumenta o risco de AVC e sendo diagnosticada deve ser prontamente tratada.

Diabetes
Estudos demonstraram que diabéticos apresentam um risco maior de um AVC quando comparados a não diabéticos, independente da presença de outros fatores de risco. De uma maneira geral, o risco de doença cardiovascular (incluindo o AVC) é cerca de duas vezes e meia maior em diabéticos do que em pacientes sem diabetes.

Tabagismo
A fumaça do cigarro pode produzir diversos efeitos nas artérias do cérebro levando a danos importantes. Fumar aumenta a pressão arterial, diminui a capacidade de realizar exercícios físicos e aumenta o risco de formação de coágulos sanguíneos. Mulheres que fumam e tomam anticoncepcionais têm maior risco de sofrer um AVC.

Sedentarismo
Exercícios regulares e moderados ajudam a prevenir doenças cardíacas e AVC. A atividade física também ajuda a controlar o colesterol, a diabetes e a obesidade e também a diminuir a pressão arterial.

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(fonte: Rede Brasil AVC | Arte Weverton Nonato)