A partir de dados levantados pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), notou-se um crescimento no número de mortes por AVC entre as mulheres de 2010 a 2015. Veja o gráfico:

À esquerda, o número de homens e mulheres que morreram em decorrência de AVC. Embaixo, os anos em que tais números puderam ser observados. (Divulgação/SAÚDE é Vital)

 

Note que lá em cima, a quantidade de óbitos por AVC é praticamente igual entre os sexos. Em 2015, 50 251 e 50 252 mulheres morreram do mal – sim, a diferença foi de um caso. Ocorre que, enquanto há uma tendência de queda na curva masculina, o oposto está acontecendo com as mulheres. Segundo especialistas, por trás da melhora entre os homens, estão campanhas de educação e conscientização a respeito dos fatores de risco. Para explicar o que estaria acontecendo no caso das mulheres, eles listam os fatores culturais e uso da pilula anticoncepcional como as principais causas. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostrou, em 2017, que  as mulheres trabalham quase oito horas a mais que os homens por semana – considerando o trabalho doméstico e o do escritório.

O AVC, popularmente conhecido como Derrame, pode acontecer com qualquer um e os maiores culpados por esse mal são má alimentação, sedentarismo, estresse, tabagismo, alcoolismo, hipertensão, diabetes, colesterol alto e obesidade.

 

Fonte: /saude.abril.com